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17
jan

RETINOPATIA DIABÉTICA

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Atualmente, estima-se que a população mundial com diabetes seja da ordem de 387 milhões e que alcance 471 milhões em 2035.

A retinopatia diabética é a principal causa de cegueira em todo o mundo entre os pacientes entre 20 e 74 anos de idade.

O número de diabéticos está aumentando em virtude do crescimento e do envelhecimento populacional, da maior urbanização, da progressiva prevalência de obesidade e sedentarismo, bem como da maior sobrevida de pacientes com DM.  

Existem quatro classes clínicas de Diabetes sendo as do tipo 1 e do tipo 2 as mais conhecidas.

Diabéticos tipo 1 raramente desenvolvem retinopatia diabética nos primeiros 5 anos de diagnóstico. Diabéticos tipo 2 devem ser examinados logo ao serem diagnosticados pela possibilidade e já terem alterações presentes.


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Após 20 anos de doença, mais de 90% dos diabéticos com o tipo 1 e 60% daqueles com o tipo 2 apresentarão algum grau de retinopatia.

O tempo de duração do diabetes e o controle glicêmico são, respectivamente, os dois fatores mais importantes relacionados com o desenvolvimento e a gravidade da RD.

A progressão da retinopatia diabética varia de acordo com fatores sistêmicos  como pressão arterial, níveis de glicose no sangue, níveis de colesterol dentre outros.

A retinopatia diabética é classificada em proliferativa e não proliferativa. Existe outra complicação do diabetes que é chamado de edema macular clinicamente significativo que pode estar presente em qualquer estágio da doença.

Em pacientes diabéticos o acompanhamento ofalmológico deve ser programado e rigorosamente cumprido antes que surjam sequelas irreversíveis.

Associados ao controle glicêmico rigoroso, a depender do estágio da doença,   existem outros tratamentos para retinopatia diabética. Dentre os tratamentos disponíveis estão laser; injeção de medicações intra-vítreas e cirurgias.

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